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Saúde mental em situações de crises e desastres na escola


 Introdução: Saúde mental em situações de crises e desastres

Como parte do esforço de endereçar as demandas de saúde mental, educação e proteção social nas escolas, em 2019, o Congresso Nacional aprovou a Lei nº 13.935, que determina que as redes de educação básica devem contar com serviços de psicologia e de serviço social para atender às necessidades e prioridades definidas pelas políticas de educação, por meio de equipes multiprofissionais, de forma permanente e integrada às políticas educacionais dos estados e municípios.

As atribuições do profissional psicólogo que atua na Educação Básica, segundo documento do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e do Conselho Federal de Serviço Social (CEFESS) são, dentre outras:

A participação na concepção e organização dos Projetos Pedagógicos;

A proposição de estratégias de ensino e avaliação, a partir dos conhecimentos da áreas sobre desenvolvimento, aprendizagem, relações interpessoais e institucionais, na perspectiva inclusiva;

A orientação para o enfrentamento de dificuldades no âmbito da aprendizagem a promoção da convivência escolar democrática e enfrentamento dos preconceitos e violências;

A construção de relação cooperativa entre família, escola e comunidade.

No entanto, resta claro que um ataque de violência extrema escapa à demanda habitual de saúde mental da comunidade escolar, muitas vezes excedendo a própria capacidade de resposta da rede municipal ou estadual, constituindo-se em uma grave crise.

  • i. Prevenção (mitigação e preparação): Intervenções para evitar e minimizar riscos; ações que objetivem a adequação da percepção de risco; mapeamento de vulnerabilidades; mapeamentos de recursos; construção de um plano de ação (contingência); capacitação da comunidade, dentre outras;
  • ii. Intervenção (resposta): Acionamento do plano de ação e das autoridades competentes; endereçamento de necessidades básicas; intervenções na crise (como os Primeiros Socorros Psicológicos), assistência psicossocial aos sobreviventes em diferentes níveis; manejo de reações agudas ao trauma e de luto; dentre outras;
  • iii. Reconstrução (reparação): Reavaliação do plano de ação (contingência); articular fluxos de continuidade de atendimento aos sobreviventes que demandem atenção especializada; garantir espaços seguros e retorno à rotina de crianças e adolescentes; assessoria em relação ao tempo e à forma de retorno às aulas; fomento de respostas com protagonismo comunitário, dentre outras.

Neste sentido e em consonância com o SNAVE, foi criado, no âmbito da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC), o Núcleo de Resposta e Reconstrução de Comunidades Escolares (NRRCE), que tem como objetivos:

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Atuar de forma integrada na sistematização de dados e no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento à violência extrema nas instituições brasileiras de ensino;

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Assessorar Estados, Municípios e Instituições de Ensino que sofreram ataques de violência extrema em relação:

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Aos procedimentos de Intervenção Imediata, com vistas a prestar Apoio Psicossocial à comunidade afetada e a mitigar os impactos nos sistemas envolvidos;

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Aos processos de reconstrução da comunidade escolar, objetivando o retorno ao funcionamento adaptativo de pessoas, processos e sistemas afetados.

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Oferecer capacitação às equipes das Secretarias de Educação estaduais e municipais para que possam desenvolver Planos de Resposta e Reconstrução de suas comunidades, levando em conta as particularidades dos territórios.

A iniciativa de oferecer capacitação às equipes das secretarias de educação estaduais e municipais para desenvolverem planos de resposta e reconstrução de suas comunidades é crucial para fortalecer a capacidade de enfrentamento aos ataques de violência extrema nas escolas. Esses planos são essenciais na descentralização das ações e na adaptação aos contextos locais, aumentando a preparação e eficiência das respostas diante de eventos extremos.

Comportamento Humano em situações de Crises e Desastres

Para planejar e executar ações de prevenção, resposta e reconstrução de comunidades afetadas por ataques de violência extrema, é indispensável compreender como se comportam as pessoas em situações de crises e de desastres.

Ainda que haja grande variabilidade comportamental, veremos que o campo da Psicologia na gestão integral de riscos, emergências e desastres nos oferece um bom “mapa do território”. Saber o que esperar nestas situações, ainda que compreenda uma boa dose de generalização, é um elemento crucial no planejamento de estratégias eficientes de apoio psicossocial.

Como vimos, um ataque de violência extrema é algo impensável para a comunidade escolar, constituindo-se em uma grave crise. Assim, examinemos o conceito de crise, segundo Caplan (1964/1980):

Um desequilíbrio entre a dificuldade e a importância do problema e os recursos imediatamente disponíveis para resolvê-lo. As circunstâncias não permitem a solução do problema por meio dos métodos habituais no espaço e no tempo colocados. (grifo nosso).

Esta concepção de crise tem como foco o indivíduo, mas pode ser facilmente transposta para comunidades. Desse modo, atentemos para o conceito que a Organização das Nações Unidas traz para desastre: 

Uma séria interrupção no funcionamento de uma comunidade ou sociedade que ocasiona uma grande quantidade mortes e igual perda e impactos materiais, econômicos e ambientais que excedem a capacidade de uma comunidade ou sociedade afetada de fazer frente à situação mediante o uso de seus próprios recursos. (ONU, 2009, p. 8, grifo nosso).

A ideia que unifica estes dois conceitos é a de que algo acontece a um indivíduo ou uma comunidade que suplanta sua capacidade de resposta naquele dado momento. É muito importante notar que em ambas as definições está destacado que indivíduos e comunidades não podem ser tomados apenas em sua posição de vulnerabilidades, mas que possuem estratégias de enfrentamento e recursos. Assim, o que define algo como uma crise ou um desastre não é somente o que aconteceu, mas onde aconteceu e como se deu a resposta. Prevenir uma crise ou um desastre trata-se tanto de evitar que o evento ocorra, mas também de aumentar a resiliência e a resistência das pessoas e das comunidades.

Mesmo diante de um evento extremo, a maioria das pessoas enfrentará desafios, mas não apresentará prejuízos graves ou transtornos no longo prazo. Esta é a melhor evidência científica, ratificada por diversos autores e organismos nacionais e internacionais. Em seu principal documento sobre saúde mental e apoio psicossocial em emergências humanitárias, o Comitê Permanente Interagências (IASC) traduz este conhecimento na Pirâmide de Intervenções em Saúde Mental e Apoio Psicossocial (2007):

Assim, diferentemente do senso comum, vemos que a necessidade de serviços especializados executados por profissionais de saúde mental é o último estágio de uma série de estratégias de cuidados. Saúde mental não é sinônimo de psicólogo ou psiquiatra, mas começa pela abordagem de necessidades básicas, como preconizado pelos Primeiros Socorros Psicológicos (tema que será abordado detidamente no módulo 4).

Reações de Estresse

Em 1926, Hans Selye, fisiologista canadense, inaugurou o campo de estudos sobre o estresse com sua Síndrome Geral de Adaptação. O termo estresse, antes utilizado no estudo de materiais, foi aplicado à resposta do organismo vivo diante de ameaças que põe em risco seu equilíbrio (homeostase). Seu trabalho estabeleceu as bases para a compreensão dos aspectos fisiológicos e psicológicos do estresse e seu impacto na saúde.De acordo com Robert Sapolsky (1994), renomado neurocientista e pesquisador da Universidade de Stanford, o conceito de estresse envolve a resposta fisiológica do corpo a situações desafiadoras que ameaçam o equilíbrio interno, destacando a importância do sistema nervoso e hormonal na resposta ao estresse. Ele destaca principalmente três hormônios em sua pesquisa sobre o estresse: cortisol, adrenalina e norepinefrina. O cortisol, popularmente conhecido como o hormônio do estresse, está envolvido na regulação do metabolismo, inflamação e resposta imunológica. A adrenalina e a norepinefrina ajudam a preparar o corpo para lidar com o estresse, aumentando a frequência cardíaca, dilatando as vias aéreas e mobilizando energia para lidar com a situação desafiadora. Em conjunto, esses hormônios ajudam a preparar o corpo para reagir de forma eficaz a uma situação estressante, por meio das reações de luta/fuga ou de congelamento (do inglês, freezing).A resposta de luta ou fuga, também conhecida como resposta de "fight or flight", é uma reação fisiológica do organismo diante de uma situação de estresse ou perigo percebido. Durante essa resposta, o corpo se prepara para enfrentar a ameaça ou fugir dela. Aqui, o sistema nervoso simpático é ativado, levando a uma série de mudanças fisiológicas, como o aumento da frequência cardíaca, a dilatação das vias aéreas, o aumento da liberação de adrenalina e a redistribuição do fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos. Essas alterações preparam o corpo para a ação física rápida e vigorosa necessária para lidar com a situação de estresse agudo. A resposta de luta ou fuga é uma adaptação evolutiva importante que ajuda os organismos a lidar com situações de perigo iminente.Já o sistema nervoso autônomo parassimpático atua de forma oposta, contraindo as pupilas, reduzindo os batimentos cardíacos e tornando a respiração mais superficial. O congelamento (freezing) é uma forma menos óbvia, mas igualmente poderosa de garantir a sobrevivência, podendo funcionar como um modo de “camuflagem”, permitindo que o indivíduo passe despercebido pelos predadores. Além disso, o congelamento pode confundir o agressor ou proporcionar tempo para avaliar a situação e decidir qual a melhor estratégia de defesa ou fuga. Em alguns casos, o "freezing" também pode reduzir a probabilidade de ataques ou agressões, tornando-se uma resposta adaptativa em certos contextos de perigo.Esses dois sistemas geralmente operam em equilíbrio para regular as funções do corpo em resposta a diferentes situações e deles derivam também correlatos físicos, emocionais, comportamentais e cognitivos. No curto prazo após uma reação aguda a um estressor que significou risco à vida e à integridade de si ou de outros, como é o caso de um ataque de violência extrema, podemos observar:

Reações físicas
Dores de cabeça, dor muscular, tremores musculares, problemas gastrointestinais, aumento da pressão arterial, queda da imunidade.
Reações emocionais

Ansiedade, desconfiança, culpa, oscilações emocionais, sentimento de sobrecarga, sensação de perda de controle, desesperança, medo, desamparo.

Reações Cognitivas

Alterações de memória, déficit de atenção, dificuldade na resolução de problemas e na tomada de decisão, problemas de concentração.

 Reações Comportamentais

Alterações no sono, no apetite, sobressalto, abuso de álcool/drogas, agitação difusa, agressividade, retraimento.

Estas reações devem ser compreendidas como normais e esperadas diante de uma situação anormal. Isto evita a medicalização desnecessária e o diagnóstico apressado e errôneo de pessoas em situações de crise, bem como aponta para intervenções que priorizem o atendimento a demandas de necessidades básicas e o fortalecimento de estratégias de enfrentamento e do suporte social. No entanto, se sua duração for superior a quatro semanas e representar prejuízo na funcionalidade adaptativa do indivíduo, a avaliação por um profissional de saúde mental pode ser necessária.

Luto

Diante de um ataque de violência extrema a uma instituição de ensino, o luto geralmente está presente. Seja do ponto de vista do indivíduo, seja coletivo. O processo de luto individual pode ser mais focado na elaboração de perda específica, permitindo à pessoa enlutada explorar suas emoções de forma íntima. Já o luto coletivo envolve uma complexidade adicional de lidar com as emoções de um grupo, compartilhar espaço com a dor dos outros e encontrar formas de se apoiar mutuamente diante de uma perda ampliada. Ambos os processos de luto têm suas particularidades e desafios, porém, oferecem oportunidades de crescimento emocional, conexão com os outros e reconstrução do sentido de vida após uma perda significativa.

A perda por morte é a face mais óbvia do enlutamento, mas ele também pode acontecer diante de outros tipos de perdas, mesmo as simbólicas, como por exemplo da rotina escolar, da convivência com amigos e professores ou pela perda da noção da escola como um lugar seguro.

Como uma experiência de estresse extremo, podem estar presentes no luto todas as reações físicas, emocionais, cognitivas e comportamentais que vimos no Estresse, acrescidas de fadiga e cansaço, sentimento de vazio e falta de sentido, pensamentos frequentes sobre o que foi perdido, afastamento de atividades que eram prazerosas e choro intenso e frequente. Essas reações podem variar em intensidade e duração de acordo com a pessoa, o contexto da perda e as circunstâncias do luto. É importante ressaltar que não existe um padrão universal de luto e que cada indivíduo pode vivenciar essas manifestações de forma única.

O questionamento de crenças e valores pessoais é um aspecto muito importante na compreensão do luto e nos remete ao conceito de perda do “mundo presumido” (Parkes, 1998).  Uma perda significativa, especialmente traumática, pode levar o indivíduo a questionar todas as suas certezas, sobre si mesmo e sobre o mundo. Valores como ordem, merecimento e justiça geralmente são abalados quando crianças e adolescentes são alvos de violência extrema. Crenças de que o mundo é um lugar seguro e previsível podem dar lugar à sensação de absoluta vulnerabilidade. Exatamente no momento que a pessoa precisa do máximo de estabilidade para se adaptar, sua visão de mundo é chacoalhada.

Entender que o luto não possui um tempo definido é uma consequência natural da compreensão de que cada pessoa vai construindo seu processo à sua maneira e a partir dos recursos internos e externos disponíveis. Analogamente, não podemos conceber que o luto se dê em fases prescritivas e sucessivas. Pressionar uma pessoa ou uma comunidade a se enlutar dentro de um prazo definido e de uma forma considerada “certa”, além de não possuir nenhum amparo científico, desrespeita a singularidade, medicaliza o sofrimento e acrescenta mais um fardo: o da suposta anormalidade.Saiba Mais


A expressão do luto em crianças e adolescentes possui particularidades. Crianças muito pequenas podem ter dificuldade em compreender que a morte/perda é definitiva, acreditando, por meio do pensamento mágico, que tudo vai voltar a ser como era antes. É comum que crianças acreditem que “causaram” a morte/perda por conta de “maus” pensamentos ou comportamentos. Os sintomas físicos chamam muito a atenção, podendo ocorrer, além dos já citados, febre baixa, vômitos, dificuldade para evacuar, dentre outros. Frequentemente, as crianças enlutadas apresentam regressão em termos de comportamentos e habilidades já adquiridas, como por exemplo, na fala, dormir e comer sozinha, se vestir, etc. Elas podem solicitar e demandar muito intensamente, tornando-se mais dependentes de outros adultos de referência. Em situações onde não encontram suporte, pode-se observar retraimento, alheamento e apatia.

Já os adolescentes podem alternar entre expressões de intensa tristeza e indiferença, isolar-se, passar mais tempo sozinhos ou se envolver em comportamentos de risco ou autolesivos. Também podem se sentir responsáveis pelos adultos de referência, numa tentativa de suprir suas necessidades e de não acrescentar mais sofrimento.

Compreender o processo de luto e suas especificidades em crianças e adolescentes possibilita uma abordagem acolhedora, suportiva e cientificamente embasada.

Trauma

Um ataque de violência extrema em uma escola é um evento com grande potencial traumático, uma vez que pode representar ameaça à vida ou à integridade física, de forma a sobrecarregar a capacidade de resposta de indivíduos e comunidades (NCTSN, 2008). Esses eventos traumáticos podem ser de natureza física, emocional, psicológica ou uma combinação delas. Vemos aqui novamente que o conceito de trauma, assim como no de crise e de desastre, é uma equação entre um evento potencialmente traumático e a capacidade de resposta. Assim, duas pessoas podem experimentar o mesmo evento e ter desfechos diversos.

As experiências traumáticas desencadeiam reações físicas, emocionais, cognitivas e comportamentais que podem persistir até muito tempo após o evento. Em crianças e adolescentes, eventos traumáticos podem acarretar sintomas depressivos ou ansiedade, dificuldades de autorregulação, problemas de relacionamento com outras pessoas ou na formação de apegos, regressão ou perda de habilidades previamente adquiridas, déficit de atenção, queda significativa do rendimento escolar, pesadelos, dificuldade para dormir e comer e sintomas físicos, como dores. Crianças mais velhas e adolescentes podem usar drogas ou álcool, comportar-se de forma arriscada ou envolver-se em atividades sexuais pouco saudáveis. Em casos mais graves, quando a exposição a eventos traumáticos é reiterada ao longo da infância, podem ser observadas alterações na própria estrutura e funcionamento do cérebro, gerando consequências em cascata até a idade adulta, como risco aumentado para tabagismo, distúrbios alimentares, abuso de substâncias, depressão ou mesmo para diabetes e doenças cardiovasculares.

Afortunadamente, nem todas as crianças expostas a situações traumáticas desenvolvem sintomatologia persistente, seja por seus recursos internos de enfrentamento seja pelo papel protetivo do suporte social. Assim, podemos citar como fatores de proteção ao trauma:

Vínculo seguro e positivo com familiares e cuidadores;

Apoio da própria comunidade escolar: colegas, professores e profissionais da educação;

Disponibilidade de recursos de suporte presentes na comunidade ampliada; e

Acessibilidade a recursos psicossociais, como serviços de saúde mental e programas de apoio.

Um ambiente onde crianças e adolescentes possam se expressar de maneira aberta e honesta, tirar dúvidas e ter seus sentimentos validados é de suma importância. Do mesmo modo, a manutenção de uma rotina mais próxima possível da anterior proporciona um valioso senso de estabilidade e segurança.

A identidade cultural se constitui em um fundamento de proteção e de enfrentamento do trauma, na medida em que estrutura as formas como as crianças, suas famílias e a comunidade respondem e se recuperam de uma experiência traumática.

Referências bibliográficas

BRASIL. Lei nº 14.643, de 2 de agosto de 2023. Autoriza o Poder Executivo a implantar serviço de monitoramento de ocorrências de violência escolar. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 3 ago. 2023. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14643.htm. Acesso em: 24 maio 2024.

BRASIL. Lei nº 14.819, de 16 de janeiro de 2024. Institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 17 jan. 2024. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14819.htm. Acesso em: 24 maio 2024.

CAPLAN, Gerald. Princípios de psiquiatria preventiva. Tradução por Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1964/1980. 323 p. Tradução de: Principles of preventive psychiatry.

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SELYE, H. A síndrome de adaptação geral e Doença de Adaptação. Jornal Metabolismo clínico, 1926.

SAPOLSKY, R. M. Why zebras don't get ulcers: A guide to stress, stress related diseases, and coping. W.H. Freeman, 1994.

PARKES, C. M. LutoEstudos sobre a perda na vida adulta (M. H. F. Bromberg, Trad.). São Paulo, SP: Summus, 1998.

INTER–AGENCY STANDING COMMITTEE (IASC, Comitê Permanente Interagências). Diretrizes do IASC sobre saúde mental e apoio psicossocial em emergências humanitárias. Tradução de Márcio Gagliato. Genebra: IASC, 2007.

NATIONAL CHILD TRAUMATIC STRESS NETWORK. Understanding Child Trauma. NCTSN, 2023. Disponível em https://www.nctsn.org/resources/understanding-child-trauma-and-nctsn. Acesso em 01 de junho de 2024.

ONU. Glossário da Estratégia Internacional para Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas (EIRD/ONU), 2009, p. 8. Disponível em: https://moodle.unasus.gov.br/vitrine29/pluginfile.php/868/mod_folder/content/0/Glossario_EIRD_em_portugues.pdf?forcedownload=1