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Professora é morta a facadas por aluno em escola no interior de SP





Professora Simone foi morta a facadas por aluno em Itirapina, no interior paulista
Foto: Reprodução Facebook / Futura Press

Um aluno matou uma professora a facadas dentro da Escola Estadual Professor Joaquim de Toledo Camargo na noite de segunda-feira no centro de Itirapina (SP), a 188 quilômetros da capital. O suspeito de ter cometido o crime, Thomas Hiroshi Haraguti, 33 anos, foi preso por volta das 3h de hoje a pé na rodovia Ayrton Senna. 
De acordo com a Polícia Militar (PM), o aluno entrou na escola por volta das 19h e foi até a sala dos professores, onde estava Simone de Lima, 27 anos. O rapaz então a atacou com sete facadas em várias partes do corpo. 
Segundo a polícia, ainda não se sabe a motivação do crime. Por volta das 7h, ele ainda estava sendo ouvido na Delegacia de Polícia da cidade. [Fonte: Terra]


SP: aluno matou professora por 'amor não correspondido', diz polícia



O estudante que confessou ter matado a professora Simone de Lima a facadas dentro da Escola Estadual Professor Joaquim de Toledo Camargo na noite de segunda-feira, em Itirapina (SP), cometeu o assassinato porque sentia um "amor não correspondido" pela mulher. Segundo o tenente Ademar Gregolim Júnior, comandante de policiamento do município que fica a 190 quilômetros de São Paulo, tudo indica que o motivo do crime foi passional. Thomas Hiroshi Haraguti, 33 anos, foi preso na última madrugada pelo homicídio da professora, de 27 anos.
"O autor teria uma paixão avassaladora por essa professora, e ela não teria sentimento por ele", disse o tenente Gregolim. "E aí (o estudante) ficou frustrado e teria cometido esse crime", afirmou.
Thomas Haraguti, que era aluno de uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), foi preso por volta das 3h desta terça-feira, enquanto caminhava às margens da rodovia Ayrton Senna. De acordo com o comandante da PM de Itirapina, o suspeito disse aos policiais que o prenderam que sentia uma "raiva insuportável" da professora. O estudante teria sido alvo de provocações de colegas devido à paixão por Simone de Lima.
O suspeito prestou depoimento da Delegacia de Polícia do município durante a manhã. Após o interrogatório, ele foi levado à cadeia de Rio Claro, a 40 quilômetros de Itirapina.[Fonte: JB]

AL: trio invade sala e mata professor durante a aula


Homens armados invadiram a escola municipal Padre Anchieta, no povoado Lagoa Seca, na cidade de São Sebastião (122 km de Maceió), e mataram o professor João de Oliveira Mendes durante a aula na tarde desta terça-feira. Segundo testemunhas, três homens armados pularam o muro, perguntaram pelo professor e, ao chegarem próximo a ele, atiraram. Ele morreu na hora.
Os alunos haviam retornado do intervalo e estavam dentro da sala de aula. Houve desespero e correria na escola e os estudantes foram retirados às pressas. Os criminosos fugiram. A polícia investiga o motivo do assassinato e, conforme funcionários, a vítima não tinha envolvimento com crimes.[Fonte: Terra]

Adolescente é morta na saída da escola

Três colegas são acusadas pelo crime em Guarapuava

Uma adolescente de 16 anos foi apreendida pela Polícia Militar na quarta-feira (30), em Guarapuava, por suspeita de participação no assassinato de uma outra adolescente, de 15 anos. Jéssica Borodiali dos Santos foi morta a facadas em frente ao Colégio Leni Marlene Jacob, em Guarapuava, quando saía das aulas na noite de terça-feira (29).

Testemunhas disseram à polícia que três meninas que estudam na escola esfaquearam Jéssica na região na barriga e, em seguida, fugiram. Um rapaz que estava em uma moto teria dado cobertura às adolescentes que teriam cometido o crime.

As outras duas menores e o rapaz são procurados pela polícia.

Colegas de classe da vítima informaram que ela vinha recebendo ameaças há alguns dias. “Foi inveja porque a Jéssica era uma menina bonita... nunca fez mal a ninguém”, disse um deles.

De acordo com a diretora da escola, Carime Kaminski, Jéssica era uma menina sem histórico de indisciplina. “Eu atribuo que seja rixa, seja confusão, inveja e que gerou um clima de bastante violência e que veio a gerar o que aconteceu aqui na escola”, afirmou.

O pai de Jéssica, Marcio Lima dos Santos, disse que o policiamento nas escolas é deficiente. “Espero que um dia o nosso policiamento seja efetivo e que eles possam realmente tomar conta dos nossos colégios. E que os nossos meninos sejam educados para o bem, que não venham dessas famílias desestabilizadas e que fazem o que fizeram com a minha menina”, desabafou.

Moradores do bairro onde fica a escola chegaram a fechar uma das ruas em protesto a falta de policiamento na região. Segundo eles, as brigas na saída das aulas são frequentes.[Fonte: Jornale.com]

Secretaria de Saúde confirma mais de 10 mortes no ataque à escola em Realengo



Ex-aluno invade local e dispara contra crianças. Tragédia na Zona Oeste deixa o país inteiro chocado.

O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, deu uma entrevista coletiva confirmando que onze alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, morreram no atentado da manhã desta quinta-feira. Nove deles já chegaram mortos ao hospital.

De acordo com Côrtes, 28 crianças entre 12 e 14 anos foram baleadas pelo atirador. Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio e abriu fogo contra 40 alunos de uma turma da nona série que assistiam a uma aula de Português. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime.

Das vítimas fatais, dez eram meninas. Os  feridos foram encaminhados para os Hospitais Pedro Ernesto, da Polícia Militar, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Informações dão conta que quatro estudantes se encontram em estado gravíssimo, um delas em coma.

Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador | Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
Uma multidão de pessoas se aglomera em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas.

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra os estudantes. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

De acordo com o 14º BPM (Bangu), Wellington seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Uma versão inicial dizia que o assasino seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos), mas a informação foi desmentida pela polícia.

Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.
Os feridos foram levados inicialmente ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las.

Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados. [Fonte: O Dia OnLine]



Estudante diz que matou professor...

O estudante de educação física que foi preso suspeito de matar um professor no Instituto Metodista Izabela Hendrix, na região centro-sul de Belo Horizonte, afirmou à polícia que cometeu o crime porque o educador o perseguia.

No depoimento tomado pelo delegado Breno Pardini, o estudante disse que a intenção era apenas assustar o professor, e não matá-lo. O aluno do 5º período diz que o professor era muito exigente e o perseguia. O suspeito contou ainda que teve um ataque de fúria e não era por causa de nota baixa.

O estudante Amilton Loyola Caires foi preso na madrugada desta quarta-feira (8), em sua casa, no bairro União, na região nordeste de Belo Horizonte. Ele é suspeito de matar com uma facada o professor Kássio Vinícius Castro Gomes no Instituto Isabela Hendrix, na noite de terça-feira (7). O crime ocorreu dentro em um dos corredores da instituição e as câmeras internas gravaram tudo, mas a Polícia Civil ainda não liberou as imagens.

A Polícia Militar informou que, no momento da prisão de Amilton em sua casa, ele não ofereceu resistência e os familiares disseram que ele é usuário de drogas. Amilton prestou depoimento no Departamento de Investigações da Polícia Civil no bairro Lagoinha, por cerca de oito horas. Como ele foi preso em menos de 24 horas, está dentro do período do flagrante.

O advogado Nelson Rogério Figueiredo Leão, amigo da família do suspeito, diz que ele sofre de transtorno bipolar e esquizofrenia.

O professor era casado e tinha dois filhos, um de quatro e outro de seis anos. Em nota, o Instituto Metodista Izabela Hendrix afirmou que lamenta a morte do professor e acredita que este foi um episódio isolado.

A nota diz que a “instituição se mobilizou imediatamente, inclusive com sua Pastoral Universitária, para apoiar família, amigos e a comunidade acadêmica. Informa também que está colaborando com as autoridades policiais nas investigações sobre o ocorrido.

O corpo já foi liberado pelo IML (Instituto Médico Legal) e deverá ser sepultado na quinta-feira (9), no cemitério Parque da Cachoeira, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. O velório do professor, de 39 anos, deve começar às 18 horas no Ginásio Poliesportivo de Betim. [Fonte: R7]