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RN: adolescente tenta matar professora mas acerta tiro no próprio pé

Uma adolescente de 15 anos ameaçou uma professora com uma arma calibre .38 na sexta-feira, em Natal. Segundo a Inter TV Cabugi, a menor disse à polícia, em depoimento ainda ontem, que conseguiu a arma com outro garoto de menos de 18 anos.
Segundo a professora de matemática que foi ameaçada, na quinta-feira ela e a aluna se desentenderam. "Ela já entrou (na sala) com a intenção de me provocar. Me chamou de nojenta, eu disse que ela saísse da sala, ela disse que não ia sair, eu falei que ia chamar a direção", relatou à TV local.
No dia seguinte, quando a professora de 51 anos entrou na sala do 6° ano da escola Belém Câmara, no bairro Cidade da Esperança, a menina já esperava por ela e apontou a arma, dizendo "eu vou matar você agora", segundo a docente. Assustada, a professora saiu correndo, e a menina tentou ir atrás dela, mas foi detida por um guarda patrimonial.
Nesse momento, a arma disparou e atingiu o pé direito da adolescente, que precisou ser levada ao hospital. De tarde, ela foi detida, prestou depoimento e foi liberada. Segundo o delegado Pedro Paulo Falcão, da Delegacia de Plantão da Zona Sul, ela vai ser será autuada e "responder pelo crime análogo de posse ilegal de armas e ameaça".
À polícia, a garota afirmou que não pretendia atirar na professora, mas foram encontradas balas e cartuchos vazios na mochila escolar. A docente, por outro lado, disse à reportagem da TV local que "os comentários eram de que ela (a menor) tinha dito que matava e depois ia se matar".
A professora admitiu que a jovem tirava notas boas e que não era má aluna. "Essa menina só pode estar com algum problema, porque era uma menina que não tinha problemas", disse.
Segundo a polícia, os responsáveis pela menor serão ouvidos durante a semana.

AL: trio invade sala e mata professor durante a aula


Homens armados invadiram a escola municipal Padre Anchieta, no povoado Lagoa Seca, na cidade de São Sebastião (122 km de Maceió), e mataram o professor João de Oliveira Mendes durante a aula na tarde desta terça-feira. Segundo testemunhas, três homens armados pularam o muro, perguntaram pelo professor e, ao chegarem próximo a ele, atiraram. Ele morreu na hora.
Os alunos haviam retornado do intervalo e estavam dentro da sala de aula. Houve desespero e correria na escola e os estudantes foram retirados às pressas. Os criminosos fugiram. A polícia investiga o motivo do assassinato e, conforme funcionários, a vítima não tinha envolvimento com crimes.[Fonte: Terra]

Adolescente é morta na saída da escola

Três colegas são acusadas pelo crime em Guarapuava

Uma adolescente de 16 anos foi apreendida pela Polícia Militar na quarta-feira (30), em Guarapuava, por suspeita de participação no assassinato de uma outra adolescente, de 15 anos. Jéssica Borodiali dos Santos foi morta a facadas em frente ao Colégio Leni Marlene Jacob, em Guarapuava, quando saía das aulas na noite de terça-feira (29).

Testemunhas disseram à polícia que três meninas que estudam na escola esfaquearam Jéssica na região na barriga e, em seguida, fugiram. Um rapaz que estava em uma moto teria dado cobertura às adolescentes que teriam cometido o crime.

As outras duas menores e o rapaz são procurados pela polícia.

Colegas de classe da vítima informaram que ela vinha recebendo ameaças há alguns dias. “Foi inveja porque a Jéssica era uma menina bonita... nunca fez mal a ninguém”, disse um deles.

De acordo com a diretora da escola, Carime Kaminski, Jéssica era uma menina sem histórico de indisciplina. “Eu atribuo que seja rixa, seja confusão, inveja e que gerou um clima de bastante violência e que veio a gerar o que aconteceu aqui na escola”, afirmou.

O pai de Jéssica, Marcio Lima dos Santos, disse que o policiamento nas escolas é deficiente. “Espero que um dia o nosso policiamento seja efetivo e que eles possam realmente tomar conta dos nossos colégios. E que os nossos meninos sejam educados para o bem, que não venham dessas famílias desestabilizadas e que fazem o que fizeram com a minha menina”, desabafou.

Moradores do bairro onde fica a escola chegaram a fechar uma das ruas em protesto a falta de policiamento na região. Segundo eles, as brigas na saída das aulas são frequentes.[Fonte: Jornale.com]

Secretaria de Saúde confirma mais de 10 mortes no ataque à escola em Realengo



Ex-aluno invade local e dispara contra crianças. Tragédia na Zona Oeste deixa o país inteiro chocado.

O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, deu uma entrevista coletiva confirmando que onze alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, morreram no atentado da manhã desta quinta-feira. Nove deles já chegaram mortos ao hospital.

De acordo com Côrtes, 28 crianças entre 12 e 14 anos foram baleadas pelo atirador. Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio e abriu fogo contra 40 alunos de uma turma da nona série que assistiam a uma aula de Português. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime.

Das vítimas fatais, dez eram meninas. Os  feridos foram encaminhados para os Hospitais Pedro Ernesto, da Polícia Militar, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Informações dão conta que quatro estudantes se encontram em estado gravíssimo, um delas em coma.

Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador | Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
Uma multidão de pessoas se aglomera em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas.

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra os estudantes. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

De acordo com o 14º BPM (Bangu), Wellington seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Uma versão inicial dizia que o assasino seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos), mas a informação foi desmentida pela polícia.

Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.
Os feridos foram levados inicialmente ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las.

Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados. [Fonte: O Dia OnLine]