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Vídeo mostra menino que morreu após ser agredido em escola chorando em casa: 'quando respiro, dói'

Carlos Teixeira morreu aos 13 anos, após sofrer três paradas cardiorrespiratórias na Santa Casa de Santos (SP). Pai diz que menino sofria bullying de colegas em Praia Grande (SP).


Imagens obtidas pelo g1 nesta quinta-feira (13) mostram o estudante Carlos Teixeira, de 13 anos, que morreu uma semana após colegas pularem sobre as costas dele em uma escola, contando aos pais sobre a agressão. No vídeo, o menino aparece chorando e dizendo que sente dores nas costas ao respirar. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Dor e choro

  • "Carlinhos, quem foi?", perguntou o pai.
  • "O [nome do colega]", respondeu o menino.
  • "Que série?", questionou o pai.
  • O menino respondeu.
  • "Ele pulou em cima de tu?", indagou o pai.
  • "É", disse o adolescente.
  • "Te machucou e está com falta de ar?", retrucou o pai.
  • "Eu estou. Quando eu respiro, dói as costas", choramingou o menino.
  • "E tu nem estava brincando com ele?", perguntou o pai.
  • "Não", finalizou o menino.

Aluno espanca professora após ser punido por explodir um mictório


Reprodução


Mais uma história triste para a conta do Brasil, a pátria educadora. No país que fiz focar seus investimentos na educação dos jovens, a professora Carla Valéria de Oliveira, 41 anos, que leciona em Aracaju, no Sergipe, é a prova de que as coisas vão mal. Ela foi espancada por um de seus alunos, de apenas 16 anos.

O caso começou quando um grupo de alunos estourou um mictório com bombas de festa junina. A escola apurou para descobrir quem eram os autores do vandalismo e, entre eles, estava o adolescente acusado de agressão. Carla, que também é diretora na Escola Estadual Senador Lourival Fontes, então, foi alvo do aluno enfurecido com a punição que receberia.

“Ele [aluno] ficou sabendo que ia ser expulso. Então veio cantando uma música violenta, Falou eu saio, mas eu lhe mato. Partiu para cima. Deu o primeiro murro e eu caí. E me socou, vários murros. A cabeça batia muito na parede e eu só conseguia gritar pedindo socorro. Uma colega passou por ele depois e ele disse: a diretora está morta. Essa era a vontade dele. Dá medo ser professor hoje em dia”, relatou Carla a uma rádio local.

Carla, agora, desistiu de sua escola. Assustada e com medo de que a cena se repita, ela pediu transferência. Como alerta, avisa que o grande problema do colégio é o consumo de drogas internamente, que ela tentou combater em vão. O aluno que a agrediu, segundo ela, já havia sido alvo de diversas conversas, inclusive com sua família, sobre comportamento inadequado.[Fonte: Yahoo]

Menina de 11 anos afirma ter sido abusada sexualmente dentro da escola


Uma menina de 11 anos acusou sete colegas de classe de terem abusado sexualmente dela durante uma aula na escola Plínio Ayrosa, na zona norte de São Paulo, de acordo com reportagem feita pelo canal SBT. Assista à matéria clicando aqui.

De acordo com o depoimento da criança, cinco meninos e duas meninas a fizeram sentar em uma cadeira no fundo da sala, desabotoaram seu sutiã e passaram as mãos em seus seios. Ainda segundo ela, o professor a ameaçou afirmando que ela iria "apanhar caso contasse para alguém".

Em entrevista, a mãe da menina, que não se identifica para manter a segurança da família, afirmou que esse não foi o primeiro caso do tipo na escola e que a diretoria trata o abuso relatado apenas como "brincadeira entre colegas". 

Uma reunião pedagógica aconteceu na escola na última segunda-feira (31/09/13), mas até o momento nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto. [Fonte: Yahoo]

RN: adolescente tenta matar professora mas acerta tiro no próprio pé

Uma adolescente de 15 anos ameaçou uma professora com uma arma calibre .38 na sexta-feira, em Natal. Segundo a Inter TV Cabugi, a menor disse à polícia, em depoimento ainda ontem, que conseguiu a arma com outro garoto de menos de 18 anos.
Segundo a professora de matemática que foi ameaçada, na quinta-feira ela e a aluna se desentenderam. "Ela já entrou (na sala) com a intenção de me provocar. Me chamou de nojenta, eu disse que ela saísse da sala, ela disse que não ia sair, eu falei que ia chamar a direção", relatou à TV local.
No dia seguinte, quando a professora de 51 anos entrou na sala do 6° ano da escola Belém Câmara, no bairro Cidade da Esperança, a menina já esperava por ela e apontou a arma, dizendo "eu vou matar você agora", segundo a docente. Assustada, a professora saiu correndo, e a menina tentou ir atrás dela, mas foi detida por um guarda patrimonial.
Nesse momento, a arma disparou e atingiu o pé direito da adolescente, que precisou ser levada ao hospital. De tarde, ela foi detida, prestou depoimento e foi liberada. Segundo o delegado Pedro Paulo Falcão, da Delegacia de Plantão da Zona Sul, ela vai ser será autuada e "responder pelo crime análogo de posse ilegal de armas e ameaça".
À polícia, a garota afirmou que não pretendia atirar na professora, mas foram encontradas balas e cartuchos vazios na mochila escolar. A docente, por outro lado, disse à reportagem da TV local que "os comentários eram de que ela (a menor) tinha dito que matava e depois ia se matar".
A professora admitiu que a jovem tirava notas boas e que não era má aluna. "Essa menina só pode estar com algum problema, porque era uma menina que não tinha problemas", disse.
Segundo a polícia, os responsáveis pela menor serão ouvidos durante a semana.

SP: aluna bate em colega em aula, e professor assiste agressão


Duas alunas de 16 anos de uma escola estadual de Paulínia, no interior de São Paulo, brigaram dentro da sala de aula na manhã de quarta-feira. Um vídeo gravado na escola mostra uma das estudantes dando socos, tapas e chutes na colega, enquanto um professor assistia à cena sem tomar nenhuma iniciativa.
A Secretaria da Educação informou, por meio de nota, que as duas alunas foram suspensas das aulas e que o Conselho Tutelar foi acionado para verificar outras medidas disciplinares que podem ser adotadas. Segundo o conselho, diversos casos de violência e de agressão, inclusive contra professores, já foram registrados na escola.
Durante a briga, uma das meninas empurra a colega no chão e a atinge com socos e chutes. Um professor, que não foi identificado pela secretaria, aparece, mas não impede a agressão. A Diretoria Regional de Ensino de Sumaré, que atende o município de Paulínia, disse que vai averiguar a conduta do docente e, caso seja comprovada a omissão, tomará as providências necessárias.
A secretaria disse ainda que, assim que tomou conhecimento do fato, a direção da escola convocou os responsáveis pelas alunas para uma reunião. O Terra entrou em contato com a escola, mas os funcionários disseram que não estavam autorizados a passar informações sobre o caso. [Fonte: Terra]

Professor é baleado por aluno dentro de sala de aula em Sergipe


O professor Edilson Oliveira Silva foi baleado dentro de uma das salas de aula do Colégio Estadual Augusto Ferraz, no bairro Industrial, zona norte de Aracaju (SE), na noite de segunda-feira. Ele fazia a chamada quando dois alunos discutiram e um deles atirou no outro, mas o disparo acabou acertando o professor.
A vítima foi atingida no abdômen e levada para o Hospital de Urgência de Sergipe, onde passa na manhã de hoje por uma cirurgia para a retirada da bala, . “Eu tinha acabado de chegar quando ouvi os tiros. De repente, vi os dois alunos saíram correndo e os demais pedindo socorro, foi quando prestei os primeiros socorros”, relatou o professor João Freitas Júnior. 
De acordo com a diretora da unidade de ensino, Kátia Santos, os dois alunos são adolescentes - 15 e 16 anos – e não possuíam histórico de violência no colégio. “A escola irá colaborar com a polícia e oferecer toda a assistência social e psicológica aos alunos e as famílias.“Eles são alunos da casa e nós daremos todo o apoio social e psicológico que eles necessitarem, inclusive para as famílias, que estão muito abaladas, e para os demais alunos da escola", garantiu a diretora.[Fonte: Terra]
Nota do editor do blog: quem realmente precisa de apoio psicológico são os professores!

Diretora é agredida por aluno de 15 anos em escola do Rio


A diretora da Escola Municipal João Kopke, em Piedade, no subúrbio do Rio de Janeiro, foi agredida por um estudante de 15 anos após ter repreendido o jovem que se recusava a entrar na sala de aula. Segundo informações da Polícia Civil, o garoto confirmou que não gostou da atitude da educadora, que teria chamado a atenção dele na frente dos colegas.
Ele confirmou aos policiais que empurrou a mulher, que caiu no chão, e ainda deu um soco no rosto dela. O caso aconteceu na última quinta-feira e foi registrado na 24ª Delegacia de Polícia (Piedade). A denúncia foi encaminhado ao juizado da Infância e da Juventude.
Ainda de acordo com a polícia, a diretora, Leila Soares, reclamou que estava com dores no ouvido após o soco, mas não apresentava sinais aparentes de agressão. Ela foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito.
Em nota, a secretária da Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, disse que lamenta o episódio e que não admite qualquer tipo de violência nas escolas da rede. A secretaria disse ainda que o estudante será transferido para outra unidade. [Fonte: Terra]

Professor é afastado após chamar aluno de macaco em escola da UFMG


A universidade abriu processo administrativo para apurar a responsabilidade do professor, que ficará afastado por um período de 60 dias

 
Um professor de português do Centro Pedagógico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi afastado das atividades nesta quarta-feira depois de ter sido confirmado que ele chamou um aluno do oitavo ano do ensino fundamental da instituição de "macaco". De acordo com a diretora da escola, Tânia Lima Cost, a universidade abriu um processo administrativo para apurar o caso. Ela disse que o docente, que não teve o nome divulgado, pode sofrer desde uma advertência verbal até demissão dos quadros da UFMG.
Segundo Tânia, o fato ocorreu na segunda-feira, depois que o professor passou o filme À procura da felicidade, que tem o ator Will Smith como protagonista, aos alunos. "Ele disse que saiu da sala e quando retornou esse aluno estava fazendo muita bagunça, conversando e acabou chamando de macaco. O professor reconheceu que errou, mas disse que não quis ofender, que a sua fala foi tirada do contexto".
O aluno negro, de 14 anos, reclamou aos pais sobre a atitude do professor. Os pais foram até a escola na terça-feira para cobrar explicações. "Nós não sabíamos de nada e decidimos ouvir todos os envolvidos para depois tomar uma providência", disse a diretora. Segundo ela, tanto a escola como a UFMG não toleram qualquer tipo de discriminação.
A comissão, formada por três professores, terá um prazo de 60 dias para concluir a investigação. Durante esse período, o docente ficará afastado das atividades. A escola de ensino fundamental conta com mais de 600 alunos e é uma referência na educação em Minas Gerais.[Fonte: Terra]

Professora é morta a facadas por aluno em escola no interior de SP





Professora Simone foi morta a facadas por aluno em Itirapina, no interior paulista
Foto: Reprodução Facebook / Futura Press

Um aluno matou uma professora a facadas dentro da Escola Estadual Professor Joaquim de Toledo Camargo na noite de segunda-feira no centro de Itirapina (SP), a 188 quilômetros da capital. O suspeito de ter cometido o crime, Thomas Hiroshi Haraguti, 33 anos, foi preso por volta das 3h de hoje a pé na rodovia Ayrton Senna. 
De acordo com a Polícia Militar (PM), o aluno entrou na escola por volta das 19h e foi até a sala dos professores, onde estava Simone de Lima, 27 anos. O rapaz então a atacou com sete facadas em várias partes do corpo. 
Segundo a polícia, ainda não se sabe a motivação do crime. Por volta das 7h, ele ainda estava sendo ouvido na Delegacia de Polícia da cidade. [Fonte: Terra]


SP: aluno matou professora por 'amor não correspondido', diz polícia



O estudante que confessou ter matado a professora Simone de Lima a facadas dentro da Escola Estadual Professor Joaquim de Toledo Camargo na noite de segunda-feira, em Itirapina (SP), cometeu o assassinato porque sentia um "amor não correspondido" pela mulher. Segundo o tenente Ademar Gregolim Júnior, comandante de policiamento do município que fica a 190 quilômetros de São Paulo, tudo indica que o motivo do crime foi passional. Thomas Hiroshi Haraguti, 33 anos, foi preso na última madrugada pelo homicídio da professora, de 27 anos.
"O autor teria uma paixão avassaladora por essa professora, e ela não teria sentimento por ele", disse o tenente Gregolim. "E aí (o estudante) ficou frustrado e teria cometido esse crime", afirmou.
Thomas Haraguti, que era aluno de uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), foi preso por volta das 3h desta terça-feira, enquanto caminhava às margens da rodovia Ayrton Senna. De acordo com o comandante da PM de Itirapina, o suspeito disse aos policiais que o prenderam que sentia uma "raiva insuportável" da professora. O estudante teria sido alvo de provocações de colegas devido à paixão por Simone de Lima.
O suspeito prestou depoimento da Delegacia de Polícia do município durante a manhã. Após o interrogatório, ele foi levado à cadeia de Rio Claro, a 40 quilômetros de Itirapina.[Fonte: JB]

China: professora é demitida após levantar aluno pelas orelhas



A imagem mostra a professora Yan Yanhong, de 20 anos de idade, sorrindo enquanto 
puxa as orelhas do menino, que chorava
Foto: The Sun/Reprodução
Uma professora da pré-escola foi demitida na China após compartilhar em redes sociais fotos em que mostrava cenas dela levantando uma criança pelas orelhas. Os pais dos alunos, na província de Zhejiang, fizeram reclamações ao departamento de educação. A imagem mostra a professora Yan Yanhong, de 20 anos de idade, sorrindo enquanto
puxa as orelhas do menino, que chorava, na cidade de Wenling. As informações são do
The Sun.
A cena revoltante foi apenas uma das mais de 700 imagens que Yanhong postou, 
aparentemente tiradas por outro professor. Outras imagens mostram crianças com
suas bocas tapadas com fita adesiva e as mãos presas à mesa para fazer com que 
os alunos ficassem sentados.
A professora explicou, durante entrevista à mídia local, que ela e os alunos
"estavam apenas se divertindo". Funcionários que investigam o caso descobriram
que Yanhong não estava qualificada para o emprego - mas tinha sido contratada
devido a uma escassez de docentes no ensino. [Fonte: Terra]

Pais e docentes também são responsáveis por violência na escola


Alunos e funcionários da escola preencheram um cartaz com mensagens de apoio à pedagoga gaúcha Jane Antunes agredida por ter dado nota baixa a aluno - Foto: Demétrio Pereira/Redação Terra
Cada vez mais frequentes, as agressões de alunos a professores vem assustando os profissionais do ensino, em todos os níveis. Na semana passada, a pedagoga gaúcha Jane Antunes, 57 anos, acusou o aluno de um curso técnico em enfermagem de agredi-la por conta de uma nota baixa. A violência resultou em dois braços e seis dentes quebrados da professora, que deve deixar a sala de aula.
O especialista Hamilton Werneck, que tem diversas publicações sobre a autoestima do professor, diz que o acontecimento abre uma questão crucial, e que deve ser debatida: a avaliação psicológica que futuros profissionais deveriam receber. Para Werneck, os professores deveriam avaliar seus alunos em duas vertentes: a técnica e a emocional: "Esse menino obviamente não estava em seu estado normal, ele precisa de tratamento".
Autor de títulos como Professor: profissão perigo e A indisciplina tem jeito: pulso forte e coração que ama, Werneck diz que a falta de respeito em sala de aula tem dois culpados: os próprios professores e a sociedade. "A sociedade não dá o devido valor ao educador, seja em questão de salário, seja por enxergar somente o lado comercial da profissão. Essa falta de valorização resulta que os professores embarcam no mesmo barco e começam já em casa a promover a autodesvalorização, orientando os filhos, por exemplo, a jamais se voltarem para a docência", afirma.
Para o especialista, a mudança é papel dos pais, das instituições de ensino e também dos professores. "Quando eu trabalhava como coordenador de uma escola, vi a mãe de uma aluna agredir verbalmente uma professora. Ou seja, o problema começa em casa. Os pais estão formando pequenos monstrinhos sem limites. Outro problema é a permissão que as instituições têm dado para o mau comportamento, tanto de pais quanto de alunos. No fato que citei, passei uma hora conversando com a responsável até ela entender a gravidade de sua atitude. O que se vê são escolas com medo de perder aluno, ou seja, renda, e que se tornam permissivas ao extremo", explica.
Entender a importância do educador para o desenvolvimento da sociedade é um papel que também cabe aos professores. "O professor precisa se orgulhar no que faz e se respeitar. Outra questão é investir na formação continuada, estando em constante atualização em questão de estudo e buscando sempre se tornar um melhor agente de mudanças, porque ser professor é isso", conclui Werneck. [Fonte: Terra]

SP: professora morre após discussão com aluno de 8 anos


A professora Izabel Cristina Sampaio morreu após ter um infarto na manhã de terça, dia 23/10/12, na Escola Estadual Professora Jandyra Nery Gatti, em Araraquara, a 250 km de São Paulo. De acordo com a Secretaria da Educação do Estado, a educadora tinha acabado de conter um aluno de 8 anos, que teria tentado agredi-la.
No instante em que Izabel informou o mal-estar, a administração da escola acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ela morreu quando estava a caminho de uma unidade de pronto-atendimento.
Segundo a secretaria, a direção da unidade já havia acionado o Conselho Tutelar para acompanhar o caso desse estudante, que também estava sob acompanhamento médico por um serviço de saúde do município. Em nota, eles informaram que "é importante salientar que a equipe gestora nunca recebeu orientação médica contrária à permanência da criança em ambiente escolar." Em função do ocorrido, as aulas na unidade foram suspensas nesta quarta-feira e serão retomadas amanhã 24/10/12. [Fonte: Terra]

Professores sofrem com agressões de alunos em todo o Brasil


Manifestações. Discursos exaltados... Professores e alunos de Goioerê, noroeste do Paraná protestam contra a violência. O motivo foi uma confusão dentro da escola. A mãe de uma aluna foi reclamar da nota baixa da filha e acabou brigando com a professora.
" Eu jamais imaginaria um tipo de coisa dessas, ainda mais partindo de uma mãe, que a mãe tem que ser exemplo pros filhos, né”, conta a professora Cleuza Pires.
Maria Regina Krominski, mãe da aluna, diz que apenas revidou uma agressão:
"Eu dei um tapa sim no rosto dela; se eu pudesse, se eu soubesse que ia sair tudo isso até agora, eu teria dado muito mais”.

E mais uma vez o ensino virou caso de polícia.
"Escola é um lugar que a gente tem que ter aprendizagem, um lugar de paz; não de agressão de professor contra aluno ou de aluno contra professor...”, desabafa a aluna Natália Rodrigues.
Em Jacarezinho, também no Paraná, um outro caso de agressão completa dois anos, com "feridas" ainda abertas. As cenas gravadas por um estudante, com um celular, mostram a discussão entre uma aluna e o professor que havia pedido silêncio na sala. A aluna se levanta e atira a carteira no professor.
Na época, o professor Mauro Cleto da Silva registrou boletim de ocorrência: "A gente se sente desestruturado né... com uma mágoa", conta.
A aluna acusada de agressão foi obrigada a mudar de escola. O professor Mauro continua dando aula. Mas perturbado por aquele caso e pelo desrespeito que ainda diz enfrentar na sala de aula, ele perdeu o ânimo.
" Se eu pudesse parar hoje de dar aula, eu pararia..", diz o professor.
Com pequenas mudanças de roteiro, o problema se repete nas escolas Brasil afora.
 "Uma alta frequência de professores com propensão ao abandono ou desistência da carreira, ou principalmente insatisfação; nós usamos a expressão que nós vivemos "mal estar docente", relata o psicólogo Clóves Amorim. [Fonte: Jornal Hoje]

Professor suspeito de agressão


Adolescente conta ter sido agarrado pelo pescoço durante aula em escola estadual


Na mesma quarta-feira 03/10/12 em que uma aluna foi agredida por uma colega de classe e a mãe dela, em frente à escola municipal de Joinville onde estudam, um menino de 13 anos conta ter passado por situação parecida dentro de uma unidade estadual na zona Leste. Com dois agravantes: desta vez, a agressão teria ocorrido dentro de sala de aula e partido do próprio professor.

O pai do adolescente registrou a ocorrência na Delegacia de Proteção à Mulher, Criança e Adolescente de Joinville, conforme orientação da escola. O menino contou que a violência resultou de uma situação que já o vinha incomodando antes. Ele disse que era constantemente provocado por colegas e até pelo professor, que o chamavam de um apelido que não o agrada.

Na quarta 03/10/12, durante a aula de geografia, o garoto teria discutido com um colega. A repreensão do professor teria sido acompanhada de um chute na carteira do rapaz. O adolescente reconhece que não deixou barato e respondeu ao docente, que teria se descontrolado e o agarrado com força no pescoço e depois nos braços.

O garoto ainda tinha ontem marcas avermelhadas no pescoço, resultantes da agressão. O professor, contratado por regime temporário desde 2010, pediu afastamento por meio de atestado médico, segundo informou a Secretaria de Estado da Educação.

“Nada justifica o que ele (o professor) fez. Antes de bater no meu filho, deveria ter me chamado na escola”, desabafou ontem o pai do rapaz. Depois do constrangimento sofrido em frente aos colegas de sala, o adolescente decidiu que não quer mais voltar para a escola. Os pais planejam transferi-lo de colégio. [Fonte: Jornal AN]


CONTRAPONTO
Procurada por “AN”, a assessoria de direção da escola da zona Leste de Joinville se limitou a dizer que os “procedimentos necessários” haviam sido tomados após o caso. Por enquanto, o professor está afastado do cargo para responder ao processo administrativo foi aberto para investigar a agressão. A coordenadora do núcleo de prevenção e atendimento a violências na escola, da Educação estadual, Rosimari Kock Martins, informou que o próprio professor apresentou um atestado de afastamento de 90 dias assinado por um psiquiatra. A coordenadora afirmou ainda que o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Alunos põem fogo em sala de aula com colegas dentro


Alunos do período noturno da Escola Estadual Dulce Esmeralda Basile Ferreira, localizada no Parque São Bento, zona norte de Sorocaba (SP), atearam fogo em uma sala de aula na última quinta, dia 27, e fecharam a porta para impedir a saída dos colegas.
As chamas danificaram várias carteiras, estragaram a pintura da parede e estouraram os vidros da janela. O vandalismo teria sido uma brincadeira, mas a fumaça deixou estudantes com olhos e gargantas irritados. Uma aluna fez fotos do vandalismo e enviou as imagens a uma emissora de televisão.
A Secretaria de Estado da Educação informou em nota que a direção da escola deu início à apuração do ocorrido e, tão logo os autores do vandalismo sejam identificados, serão adotadas medidas disciplinares.
De acordo com a Secretaria, a equipe gestora da unidade providenciou a reposição das carteiras danificadas e dos vidros, além da pintura do local. Na segunda-feira, uma reunião do Conselho da Escola, que tem representantes da direção, dos professores e dos pais, vai se reunir para examinar o caso. É o quarto caso de vandalismo ocorrido este ano na mesma escola. [Fonte: Terra]

Por nota baixa, aluno e professor trocam agressões em aula


Um aluno de 17 anos e um professor trocaram agressões na noite de quinta, dia 20, na Escola Estadual Santos Dumont, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, o motivo da briga teria sido a baixa nota tirada pelo estudante em uma prova de física.
Segundo a PM, o educador relata que entregava a prova para os alunos quando um jovem questionou a nota recebida. O professor, então, propôs que corrigissem juntos as questões, mas o aluno, irritado, não aceitou e se levantou para deixar a sala de aula. O docente foi atrás para tentar resgatar a prova, mas acabou levando um soco do estudante. Ainda segundo o professor, o jovem afirmou que conhecia mais da matéria, pois faz um curso técnico e estuda o assunto.
Já na versão contada pelo estudante, o professor usou de força para recuperar a prova. Ele disse ainda que o docente queria corrigir a prova com a turma inteira e teria gritado. No momento da confusão, o jovem afirma que também foi agredido com um soco. A briga foi encerrada com os dois sendo separados pelos colegas de turma.
Ambos foram encaminhados para o pronto-atendimento de Venda Nova com escoriações leves. Agora, eles ficam à disposição da Justiça para mais esclarecimentos. [Fonte: Terra]

alunos incendeiam carteiras dentro de escola em SP

Alunos da Escola Estadual Professor Joaquim Luiz de Brito incendiaram, no último dia 4, carteiras e a cortina de uma das salas de aula do prédio, que fica na região da Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo.
As cenas de vandalismo gravadas pelo estudante André Ramos, do 2º ano do ensino médio, mostram carteiras pegando fogo, e a tentativa de professores e alunos de apagar o incêndio com a ajuda de um balde. No vídeo, é possível ouvir também o barulho das mesas sendo arrastadas e de pessoas preocupadas com as chamas.
Segundo André, as aulas do período noturno começaram às 19h, e deveriam ir até as 23h. Por volta das 21h15, no entanto, alguns alunos não identificados teriam colocado fogo nas carteiras, fazendo com que todos os estudantes fossem dispensados das aulas. De acordo com André, episódios de vandalismo envolvendo bombas caseiras, salas pichadas, carteiras quebradas, destruição de livros e outros bens comuns da escola já foram registrados no colégio.
O internauta Rafael Rocha, que estudou no mesmo colégio entre a 5ª série e o 3º ano do ensino médio, em 2010, confirma que atos de vandalismo como esses são comuns na escola. "Eu fazia parte do Grêmio estudantil, e nós sempre brigávamos por uma posição da diretoria, mas ela nunca puniu os responsáveis apesar de saber quem eles são. Os alunos fazem esse tipo de coisa para serem dispensados mais cedo", afirma.
Procurada pelo Terra, a Secretaria Estadual de Educação afirmou que a direção da escola iniciou a averiguação do caso imediatamente após sua ocorrência, e que o vídeo gravado pelo aluno irá ajudar na apuração.
A Secretaria classificou o episódio como um "lastimável ato de vandalismo", e afirmou que seus autores serão identificados, e estão sujeitos a medidas disciplinares. A Secretaria não confirmou, no entanto, se há registro de outros episódios como os relatados por André e Rafael.
A diretoria registrou boletim de ocorrência e providenciou a reposição das carteiras e cortinas danificadas, além da pintura do local. "A direção da escola tem intensificado junto aos estudantes projetos de conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio público e das boas práticas de cidadania", diz nota divulgada pela Secretaria.[Fonte: Terra]

Estudo mostra como jovens infratores avaliam a escola


Apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegurar o direito ao acesso amplo e irrestrito à educação por todos os jovens, incluindo os em conflito com a lei, as escolas públicas brasileiras têm dificuldade em incluir e integrar os adolescentes que cometeram atos infracionais, possibilitando que eles permaneçam na instituição.
Um estudo realizado por Aline Fávaro Dias no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) identificou alguns dos fatores que facilitam ou dificultam a permanência na escola de jovens infratores. O trabalho ganhou o Prêmio Crefal de Melhores Teses sobre Educação de Pessoas Jovens e Adultas, edição 2011, concedido pelo Centro de Cooperação Regional para a Educação de Adultos na América Latina e no Caribe (Crefal) - um organismo internacional de cooperação na área de educação, apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O estudo também resultou em um capítulo de um livro organizado por Dias e publicado no fim de maio. No estudo, Dias, que é graduada em psicologia, realizou entrevistas e acompanhou seis adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em regime de liberdade assistida pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, com o intuito de compreender o significado que eles atribuem às suas vivências escolares.
Dias constatou que, em geral, os adolescentes - que apresentam baixa escolaridade e histórico de repetência, expulsão e evasão escolar - veem a escola de uma forma ambígua. De um lado, apesar de a escola ser avaliada por eles como um espaço onde são estigmatizados, excluídos e rotulados, por outro lado, a instituição também é vista por esses jovens como um ambiente de socialização, onde podem fazer amizades, paquerar e namorar. Já o conteúdo escolar é considerado como desinteressante e algo secundário.
"Eles invertem a função da escola. O aprendizado, que é considerado primordial para a escola, carece de sentido para eles por não conseguirem ver uma aplicação prática no dia a dia do conteúdo que aprendem, e a sociabilidade passa a ser o aspecto mais importante", disse Dias.
Segundo a psicóloga, além da falta de vínculo do conteúdo escolar com a realidade, outros fatores que contribuem para essa percepção invertida dos jovens infratores sobre a escola são o próprio envolvimento desses adolescentes em atos infracionais, que faz com que se distanciem da instituição, além da baixa escolaridade dos pais e a dificuldade da instituição escolar em lidar com eles. "De modo geral, as instituições de ensino possuem pouca informação sobre o ECA e sobre quais são as medidas socioeducativas previstas para um jovem que cometeu um ato infracional", disse.
Em função dessa carência de informação, as escolas tendem a excluir e a rotular esses jovens - que podem possuir maior dificuldade de aprendizagem e de relacionamento com os colegas - como perigosos ou a responsabilizá-los por tudo o que acontece de ruim na instituição, como atos de vandalismo.
"A escola acaba vendo esses jovens como problemáticos e que talvez se não estivessem ali seria melhor. É muito comum a prática de expulsão e transferência compulsória desses adolescentes, passando o problema de uma escola para a outra e não resolvendo, de fato, a situação deles", disse Dias.
Segundo ela, a maioria dos jovens em conflito com a lei tem dificuldade de encontrar vagas nas escolas, fazendo com que desistam de estudar ainda no ensino fundamental. "Eles reconhecem que a escola e o estudo são importantes, mas mesmo reconhecendo isso não conseguem permanecer na instituição", afirmou.[Fonte: Terra] Com informações da Agência Fapesp

Rio: escola reabre com vigias após aluno ameaçar chamar bandidos


Após permanecer fechada durante a tarde de terça-feira, a Escola Municipal Barão de Macaúbas, no Rio de Janeiro, foi reaberta hoje com a segurança reforçada por vigias da Guarda Municipal. Na manhã de ontem, um aluno de 14 anos ameaçou chamar bandidos para agredir a diretora e os professores da instituição.
A Secretaria Municipal da Educação informou que uma sindicância foi aberta para apurar o caso e que todas as medidas cabíveis serão tomadas. De acordo com o órgão, o estudante teria se recusado a ir para a sala de leitura e começado a fazer ameaças. "Os pais foram chamados na unidade e a Guarda Municipal foi acionada. O aluno, na presença dos pais, pulou o muro da escola e desacatou os agentes", disse a secretaria.
De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), que acompanha o caso, o aluno estava afastado da escola há pelo menos dois anos e havia retornado às aulas do ensino fundamental na terça-feira. A diretora do sindicato, Edna Felix, disse que foi solicitada a transferência do estudante para outra escola e acompanhamento psicológico para que o fato não volte a se repetir.[Fonte: Terra]

MG: expulso da sala, aluno ameaça professora com faca e é preso

Um adolescente de 17 anos foi apreendido, na última quinta-feira, suspeito de tentar matar a facadas uma professora dentro da escola Municipal Padre Antônio de Carvalho, no distrito de Claudio Manoel, na cidade de Mariana, região central de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar, o jovem justificou a agressão porque sentia raiva da professora.
De acordo com o capitão Laérte Jorge Matos, o fato aconteceu porque a professora teria pedido para que ele ficasse calado durante uma aula. "Ele entrou na sala falando alto e a professora pediu para baixar o tom de voz. Ele desobedeceu e ela o expulsou da sala", diz. Segundo o capitão, o adolescente foi até a sua casa e pegou uma faca de cozinha, com aproximadamente 18 cm de lâmina, e voltou à escola. "Mas a pedagoga da colégio viu o menino entrando com o objeto, conseguiu detê-lo e o levou para casa para que ele ficasse sobre a guarda do pai", completou.
Contudo, ao saber que a professora havia entrado em contato com o pai para falar da ameaça feita por ele, o jovem retornou à escola novamente armado. De acordo com a PM, a professora, ao perceber a presença do adolescente, se trancou na sala da diretoria. Mas o rapaz, muito irritado, desferiu vários golpes de faca na porta e conseguiu abrí-la. "O garoto então pegou a professora pelo braço e disse 'eu posso te matar, você está vendo que eu posso te matar'", contou o capitão. Funcionários do colégio conseguiram detê-lo, mas o adolescente fugiu para um matagal, onde pouco tempo depois, foi encontrado pela polícia.
O jovem foi encaminhado para a delegacia da cidade, onde prestou depoimento e foi liberado. A faca foi apreendida pelo políca e a professora não ficou ferida.[Fonte: Terra]