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Menina de 11 anos afirma ter sido abusada sexualmente dentro da escola


Uma menina de 11 anos acusou sete colegas de classe de terem abusado sexualmente dela durante uma aula na escola Plínio Ayrosa, na zona norte de São Paulo, de acordo com reportagem feita pelo canal SBT. Assista à matéria clicando aqui.

De acordo com o depoimento da criança, cinco meninos e duas meninas a fizeram sentar em uma cadeira no fundo da sala, desabotoaram seu sutiã e passaram as mãos em seus seios. Ainda segundo ela, o professor a ameaçou afirmando que ela iria "apanhar caso contasse para alguém".

Em entrevista, a mãe da menina, que não se identifica para manter a segurança da família, afirmou que esse não foi o primeiro caso do tipo na escola e que a diretoria trata o abuso relatado apenas como "brincadeira entre colegas". 

Uma reunião pedagógica aconteceu na escola na última segunda-feira (31/09/13), mas até o momento nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto. [Fonte: Yahoo]

Professora é condenada a 12 anos de prisão por abuso de aluna


A professora de matemática Cristiane Teixeira Barreiras, 33, foi condenada a 12 anos de prisão por 'estupro de vulnerável' pelo juiz Alberto Salomão Júnior, da 2ª Vara Criminal de Bangu, na zona oeste do Rio. Ela foi presa no dia 27 de outubro acusada de manter um relacionamento com uma aluna de 13 anos.

O juiz decidiu ainda que a professora não poderá apelar em liberdade. Ela está no presídio de Bangu 8, na zona oeste do Rio.
Barreiras foi detida após denúncia da mãe da menina, que relatou à polícia que a filha estava desaparecida havia dois dias. Estudante e professora teriam passado os dias num motel. Cristiane dava aulas para a menina em uma escola municipal de Realengo, na zona oeste. A prefeitura e o Estado, onde ela também dava aulas, afastaram a docente do cargo.
Na sentença, o juiz afirma que a acusada não negou ter vivido um relacionamento com a menor e que os encontros ocorriam em um motel e no carro da professora. À Justiça, a aluna declarou que 'sentia um grande amor pela acusada' e que pretendia viver com a professora para toda a vida.
Em dezembro, a advogada da professora, Vanuce Barros, afirmou que a cliente havia dito em depoimento no Fórum de Bangu que havia se arrependido do crime e que, se houvesse uma autorização judicial, sairia do Estado para evitar contato com a menor.[Fonte: Jornal Floripa]