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Menina de 11 anos afirma ter sido abusada sexualmente dentro da escola


Uma menina de 11 anos acusou sete colegas de classe de terem abusado sexualmente dela durante uma aula na escola Plínio Ayrosa, na zona norte de São Paulo, de acordo com reportagem feita pelo canal SBT. Assista à matéria clicando aqui.

De acordo com o depoimento da criança, cinco meninos e duas meninas a fizeram sentar em uma cadeira no fundo da sala, desabotoaram seu sutiã e passaram as mãos em seus seios. Ainda segundo ela, o professor a ameaçou afirmando que ela iria "apanhar caso contasse para alguém".

Em entrevista, a mãe da menina, que não se identifica para manter a segurança da família, afirmou que esse não foi o primeiro caso do tipo na escola e que a diretoria trata o abuso relatado apenas como "brincadeira entre colegas". 

Uma reunião pedagógica aconteceu na escola na última segunda-feira (31/09/13), mas até o momento nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto. [Fonte: Yahoo]

CE: aluno agredido em colégio será indenizado com R$ 10 mil

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará manteve, na quinta-feira, a sentença que condenou a Organização Educacional Academos a indenizar em R$ 10 mil um aluno que foi agredido nas suas dependências. O colégio havia sido condenado em 2010 e recorreu, mas a desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira, relatora do caso, entendeu não ser possível excluir a responsabilidade da escola sob a justificativa de que o ato foi punido. Ela ressaltou que houve omissão da instituição em não fiscalizar corretamente a rotina dos estudantes.
A agressão aconteceu em 2005, ao final do recreio, quando o menino de 11 anos foi surpreendido por três rapazes maiores de idade e levado à força para o banheiro. Segundo o processo, eles jogaram o garoto no chão e tentaram retirar sua calça. O grupo parou somente porque a vítima gritou.
A mãe alegou na Justiça que o jovem passou a sentir medo e teve que buscar apoio psicológico. Em outubro de 2010, a 10ª Vara Cível de Fortaleza condenou o colégio a pagar R$ 10 mil, a título de danos morais.
A instituição entrou com recurso no TJCE, defendendo ter agido rapidamente e adotando as medidas cabíveis para minimizar o choque sofrido pelo aluno. Afirmou ainda que puniu com expulsão os agressores.[Fonte: Terra]